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Desassoreamento da Estação de Tratamento de Esgoto de Penápolis ultrapassa 50%

14/09/2020 - Categoria: Informes

O desassoreamento das ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto) ultrapassou 50% de andamento. Esta é uma das melhorias mais importantes no tratamento dos esgotos domésticos em Penápolis. Os sedimentos retirados foram acumulados nos últimos 21 anos de operação das lagoas.

Os serviços consistem na remoção por bombeamento, desaguamento (desidratação) do material retirado nas Lagoas de Tratamento de Esgotos. Está previsto o acondicionamento total de aproximadamente 54 mil metros cúbicos de lodo em bags. Até o momento, metade destes sedimentos já foi retirado.

O presidente do Daep (Departamento Autônomo de Água e Esgoto de Penápolis), Márcio Wanderley, explicou que o trabalho é bastante complexo.

 “Após a retirada dos sedimentos, é feita a desidratação e acondicionamento deste material sólido. Também é feita a recuperação do efluente drenado que retorna à lagoa através de bombeamento, seguindo todos os padrões ambientais vigentes”, afirmou.

Ajustes técnicos no serviço de dragagem

O serviço de dragagem foi iniciado em julho de 2020 e necessitou vários ajustes técnicos no dimensionamento dos equipamentos.

 “Devido à complexidade técnica na execução dos trabalhos, foram meses de ajustes até que os serviços fossem normalizados. A previsão é que até dezembro, o desassoreamento seja concluído”, informou Wanderley.

O investimento de R$ 1 milhão necessário para efetivar a ação foi proveniente de recursos próprios e de contrato com o Fehidro (Fundo Estadual de Recursos Hídricos) da Secretaria Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente. Deste total, R$ 347.230,35 com recursos do Fehidro e R$ 652.769,70 de contrapartida do Daep.  Além disso, foram investidos cerca de R$ 300 mil na construção da área impermeabilizante de acondicionamento dos bags.

 O presidente ainda destacou que esta é uma grande obra de saneamento realizada no município e que, após a sua finalização integral, trará benefícios operacionais e ambientais, contribuindo com a qualidade do corpo hídrico do Ribeirão Lajeado.

 “A última dragagem de sedimentos foi realizada em 1998. Nesta atual melhoria, utilizamos uma tecnologia avançada que permite o aproveitamento do lodo de forma ecologicamente correta”, finalizou Wanderley.

FONTE: Rede Brasil de Organismos de Bacias Hidrográficas