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Escultura Olho d'Água tem o objetivo de sensibilizar a população sobre a importância da água no principal ponto turístico de Campinas (SP)

30/08/2019 - Categoria: Informes

O Consórcio PCJ ao lado da Sanasa e da Prefeitura de Campinas (SP), entregaram a escultura Olho d’Água, na Lagoa do Taquaral, em cerimônia realizada na última quarta-feira, dia 28, com a presença das entidades assistências assistenciais do município que participaram do projeto, do prefeito municipal, Jonas Donizete, do Presidente da Sanasa, Arli de Lara Romeo, do secretário executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, que na ocasião representou o presidente da entidade e prefeito de Nova Odessa (SP), Benjamim Bill Vieira de Souza, além de contar ainda com autoridades da cidade e das Bacias PCJ e do artista multimídia Ca Cau, responsável pela idealização e produção da obra. A iniciativa faz parte das comemorações dos 30 anos do Consórcio PCJ, dos 45 anos da Sanasa e pretende reconhecer o trabalho da cidade de Campinas em prol da gestão dos recursos hídricos.

Segundo o prefeito de Campinas, a Lagoa do Taquaral foi escolhida para receber essa escultura por ser um local estratégico. “A escultura foi colocada logo na entrada do portão 1 da Lagoa e, certamente, vai ser vista por milhares de pessoas que visitam o local diariamente, especialmente nos fins de semana”, explicou Jonas Donizete. Ele destacou também a importância do trabalho da Sanasa e seus resultados.

“Campinas e a Sanasa sempre acreditaram nos projetos do Consórcio para a preservação e recuperação das bacias da nossa região, mesmo quando poucos acreditavam, por isso o nosso muito obrigado pela parceria de sempre”, disse Lahóz durante a entrega da escultura.

Na ocasião, a Sanasa e as entidades assistenciais participantes do projeto receberam um certificado, do artista Ca Cau, com uma assinatura representada por uma obra. Ao final da cerimônia, o prefeito descerrou a placa de inauguração da escultura na Lagoa do Taquaral.

A implantação da escultura foi acompanhada por projeto social desenvolvido junto a nove entidades assistências, que permitiu aos participantes terem noções sobre reciclagem, reuso e a importância da água em quantidade e qualidade para o desenvolvimento da região. Ao final das oficinas, os participantes trouxeram seus objetivos especiais para incutir neles novo simbolismo e uso aos objetos recicláveis, sobre a importância da água e meio ambiente, além de fazer alusão a outras questões hídricas e de conscientização sobre a utilização da água.

O Parque Portugal, onde fica a Lagoa do Taquaral, em Campinas, recebe por final de semana cerca de 50 mil visitantes, comentou o prefeito Jonas na inauguração da escultura, o que certamente irá potencializar a divulgação e a sensibilização sobre a importância da água através da escultura.

Simbologia do ‘Olho D’Água

De acordo com o artista Ca Cau, o triângulo invertido, a meia-lua e o pêndulo (que é quase uma gota d’água) simbolizam a água. Esses três elementos são as razões para o título ‘Olho d’Água’, como fonte de vida. Além disso, a água também é pensada como movimento, som. Por esse motivo, a obra é cinética e sonora. E ainda há o sino dos ventos, simbolizando uma ‘árvore que canta’. “Então, ‘Olho d’Água’ é uma nascente, uma fonte de vida. É uma forma também de dialogar com todos os processos de reciclagem, porque cada instituição foi muito especial, cada treliça tem uma história e objetivos muito significativos”, explicou o artista.

Também segundo o artista, ‘Olho d’Água’ remete ao Consórcio PCJ. Os arcos da escultura se referem às três bacias (Piracicaba, Capivari e Jundiaí) e também ao passado, presente e futuro. “Acima da água, que é a fonte da vida, ‘Olho d’Água’ é uma nova forma de olhar, é observar a nossa ignorância e perceber que podemos melhorar muito ainda como sociedade”, destacou Ca
Cau

A escultura foi concebida em um período de quatro meses, sendo dois para criação e o restante para a confecção. As oficinas nas instituições em Campinas foram realizadas durante uma semana.

Com a colaboração da Secretaria Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos de Campinas, foram selecionadas nove entidades que participaram do projeto por meio da criação, com objetos recicláveis, das treliças que compõem a base ao redor da obra, criando assim na população um senso de pertencimento à escultura. As entidades participantes foram:

– Associação Douglas Andreani (Campinas);
– Fundação Eufraten (Campinas);
– Assistência Vicentina Frederico Ozanam (Campinas);
– ACESA Capuava (Valinhos);
– Associação Nazarena Assistencial (Campinas);
– AEDHA – Guardinha (Campinas);
– APAE (Campinas);
– Sorri (Campinas);
– Instituto Campineiro dos Cegos Trabalhadores (Campinas).